VAI-se – tarde – Paulo Monauer…

Quem jamais respeitou alguém, não merece respeito de ninguém...

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A falta de caráter é marca evidente deste pseudo-jornalista

Paulo Monauer, sucumbiu a ‘súbita melhora da morte’ como dizem lá no Rio Grande do Sul, quando alguma coisa está fadada do fracasso e retirou-se sem deixar nenhuma saudade na imprensa brasileira em Massachusetts. Melhor explicando, depois de agonizar por anos a fio com o seu pseudo-jornal, Paulo primeiro tentou empurra-lo para o primeiro incauto que surgisse. Depois foi ser motorista de aplicativo e atualmente é motorista de caminhão transportando carros de um lado para outro.

Paulo vai-se sem concretizar o seu projeto e plano de dominar a imprensa brasileira em New England e diga-se que ele tentou mas não obteve nenhum êxito. Alguém por acaso lembra alguma ‘reportagem em consonância’ com a comunidade escrita por ele? E a sua pretensão de ter o ‘melhor jornal brasileiro?’. 

Nunca passou de mera pretensão de quem sempre quis se impor no grito, na truculência, na arrogância, na gritaria, no despreparo mental, psicológico, ético e moral. Paulo com suas dificuldades com o vernáculo pátrio, sempre maltratou o português sem a menor cerimônia e muitos dos seus erros de escrita, de concordância e do léxico tornaram-se antológicos.

Monauer sempre alimentou desde a época do Parkear Group, ser a voz da imprensa brasileira em New England. Começou como vendedor e pela falta de pessoal, tornou-se o poderoso ‘general manager’, na ausência de Wanderley Resende, que ainda mora no Brasil.

Paulo fez de tudo para ser editor dos jornais METROPOLITAN News e A Notícia, mas Resende jamais confiou a ele as linhas editoriais dos seus veículos. Mesmo assim, ele fez de tudo para boicotar os profissionais que por lá passaram. Frustrado, retirou-se e foi trabalhar no Jornal dos Sports, onde dizia-se sócio de Walter Martins, quando jamais o foi em momento algum.

Novamente frustrado, saiu e montou o seu próprio pasquim, onde fez sensacionalismo barato e inconsequente sem se dar conta do triste papel que sempre representou.

Como esquecer a sua truculência e gritaria nas reuniões consulares onde queria se impor no grito e na pressão? E os seus ataques contra pessoas de bem, dignas e honestas?

Ao contrário, protagonizou escândalos, como o uso indevido de uma passagem aérea NY-RJ, na inauguração do voo da TAM pouco depois da sua saída do Parkear Group, onde foi oferecido para a empresa um bilhete e mesmo ele não tendo direito, usurpou como se nada tivesse acontecido. Outras das suas mazelas era esconder ou jogar no lixo exemplares de outros jornais que encontrava nas lojas e estabelecimentos brasileiros. Quando era pilhado, saia-se com uma cara de pau sem tamanho. Sem contar outras peripécias…

Só para ficar com algumas delas, Monauer fazia parte da Comissão de Ética da ABInter, a associação de imprensa brasileira nos Estados Unidos, de onde foi expulso por falta de ética. Outra peripécia dele foi a de conseguir ser processado por uma ex-sócia que lhe deu o dinheiro para montar o seu pasquim, sócia que em momento algum ele conseguiu honrar, visto que ela simplesmente foi alijada de toda e qualquer prestação de contas e da administração do jornal. Para piorar as coisas, Paulo Monauer ainda a ameaçou com questões imigratórias e somente prestou contas e a ressarciu depois que perdeu o processo e foi obrigado a fazê-lo por conta da Justiça.

Paulo Monauer sempre quis ser jornalista, mas faltou-lhe a embocadura e o traquejo, já que sempre mediu os outros, inclusive a concorrência pelo seu próprio metro e – falta – de princípios. 

Sua última aparição foi na saída de Ilma Paixão da Rede Abr, onde ele quis através de uma pseudo-reportagem cheia de aleivosias, mentiras, calúnias e difamações mostrar que havia problemas. Novamente o tempo mostrou o quão inconsequente ele foi, pois se fosse um jornalista de verdade buscaria ouvir o outro lado. O tempo mostrou e está mostrando a verdade e o quanto ele se prestou ao papel que sempre lhe coube – o de besta do apocalipse e de bobo da corte, sempre disposto por algum trocado, ou mesmo sensacionalismo barato conseguir alguns efêmeros segundos de fama.

Nos últimos tempos, seu pasquim já não circulava mais e quando o fazia, era um patético e mal-ajambrado amontoado de palavras sem nexo ou coesão. Aos novos donos, uma sugestão, façam um exorcismo com arruda, sal grosso, creolina e desinfetante, além de trocar de nome, pois o atual está queimado e derrubado.

Na cozinha onde funcionava a pseudo-redação do seu pasquim, não era só as tampas das panelas que ferviam. Fervia a mente de um homem com caráter deturpado, invejoso e que não media esforços para ser desagradável e indecente nas suas atitudes. Vai-se tarde…

O tempo tratou de colocar as coisas nos seus devidos lugares. Inclusive de mostrar a Paulo Monauer que o mercado não tolera aventureiros, maledicentes, arrogantes, despreparados e gente com a mente deturpada pelo ego e vontade de ser o que não é, nunca foi e jamais será. Paulo descobriu isto e o mercado virou as costas para este tipo de imprensa inconsequente, interesseira e de quinta categoria. O certo é que Paulo Monauer não sucumbiu ‘a súbita melhora da morte’ e só lhe restou ir embora para um merecido – para ele, ostracismo e insignificância. No entanto, fica a lição de que o mercado não tolera os métodos de que ou se faz jornalismo de verdade ou não lhe restará outra alternativa do que ir embora. Paulo Monauer, jamais será Wanderley Resende, Edirson Paiva, Claudio Santos, Ezequiel Piedade, Walter Martins ou Alex Colombini. O tempo se encarregou de esfregar-lhe na cara tudo isto e mais um pouco. Resta saber se ele aprendeu a lição…  

Paulo Monauer retira-se tarde, sem dignidade alguma, já que isto sempre lhe passou ao largo, já que a falta de caráter dele é evidente e notória. Mas deixa um substituto a altura, com a diferença que este é ainda mais venenoso, corrosivo e de mente pervertida, a começar pela propagação de mentiras disparadas a partir das centenas de perfis falsos e das dezenas de grupos quem mantém nas redes sociais. Mas deste dito cujo boicoteiro, trataremos outra hora…

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