PEDÓFILO de Quincy terá nova audiência em março

Se admitir culpa, Adalberto pode ser condenado a uma pena pequena em relação aos crimes praticados

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Em audiência na Corte Distrital de Quincy, na manhã desta quarta-feira, 28, o pedófilo Adalberto Henriques de Freitas, 67 anos, ouviu da juíza as acusações que pesam contra ele referentes a abusos que teriam sido cometidos contra meninas menores em um apartamento onde funcionava um day care sem autorização mantido por Cileida de Freitas, sua mulher.

A audiência aconteceu por vídeo-conferência, já que Adalberto não foi levado à Corte. Uma nova audiência foi marcada para o dia 30 de março e a fiança continuou estipulada em US$ 100 mil por criança.

“Ele estava visivelmente nervoso, abatido, trêmulo e depressivo. Ficou em silêncio e quem não conhece a história poderia ficar com pena dele, pela cara de coitado que ele fez. Mas ele é um monstro”, disse uma testemunha que acompanhou a audiência que teve uma tradutora. A mulher de Adalberto estava presente na audiência, mas não foi ouvida.

Cileida Freitas também está sendo investigada por negligência pelo Department of Children and Families e deve ser indiciada como cúmplice de Adalberto.

Adalberto Henriques de Freitas
é acusado de ter molestado
sexualmente meninas.
Reprodução redes sociais

Adalberto Henriques de Freitas é processado pela Justiça de Minas Gerais por abuso sexual de meninas e antes do seu julgamento veio embora para os Estados Unidos. Ele foi acusado por duas famílias de ter abusado sexualmente de duas meninas e por causa disto está preso em Quincy com uma fiança estipulada em US$ 100 mil por criança.

Outros pais acusam-no de ter abusado sexualmente de mais crianças, e todos são unânimes em afirmar que Cileida era omissa quando as menores reclamavam das atitudes de Adalberto.

Os abusos aconteciam quando ela saia para fazer compras ou então ia dormir, deixando as crianças a mercê do seu marido. “Claro que ela sabia dos abusos sexuais desde o Brasil e mesmo assim aceitou crianças que lhe eram confiadas para que tomasse conta. Na realidade ela deixava que o marido cometesse os abusos contra as meninas. Também sabia das acusações lá do Brasil e nunca fez nada para impedir os abusos do Adalberto. Sinto raiva, frustração e muita tristeza de saber que tantas crianças foram submetidas às perversidades deste homem que é um verdadeiro monstro. Espero sinceramente que aqui nos Estados Unidos se faça justiça e que ele seja condenado pelos seus crimes”, diz a mãe de uma menina que teria sido abusada por Adalberto. Para ler o que foi publicado no blog clique aqui, aqui e aqui.

Imagem: Batista CG Ecrasante

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