O partido dos ladrões e a campanha a ser esquecida

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Pode-se não concordar a Veja, mas a realidade é que nunca se roubou tanto no Brasil como nos (des)governos do PT e sua quadrilha de ladrões. Reprodução Facebook

A atual campanha para a presidência da república brasileira é das piores, senão a pior de toda a história da democracia brasileira. Jamais se viu tantos ataques pessoais originados principalmente e por parte do PT que com João Santana no comando fez e desfez que podia fazer.

Não há nada que possa impedir tais aberrações que começou no primeiro turno com a desconstrução de Marina Silva que padeceu nas mãos do PT já que naquele momento era a ameaça tangível que ameaçava a reeleição da presidente Dilma Rousseff. Marina amargou ofensas, insinuações, ataques pessoais e o PT plantou a ideia de que ela tinha o apoio dos bancos e dos banqueiros.

A propaganda do PT chegou ao desplante de veicular comerciais onde a comida sumia do prato caso Marina fosse eleita. Dilma, por sua parte contribuiu para a derrocada da candidata do PSB menosprezando e usando de todos os artifícios possíveis e imagináveis para desestabilizar Marina. Fechadas as urnas do primeiro turno, o PT surpreendeu-se com a derrota de Marina e a ascensão de Aécio Neves contrariando os institutos de pesquisa que mostravam que o senador mineiro estaria fora da disputa.

A partir daí uma nova estratégia de campanha foi colocada em prática e o PT e seu marqueteiro mostraram uma agressividade jamais vista mostrando que estão dispostos a tudo para não perder o poder, ameaça que se tornou real a partir das primeiras pesquisas que mostravam Aécio Neves na frente de Dilma Rousseff.

Os debates no segundo turno tornaram-se ácidos e duros com ofensas, ameaças, ilações e muita mentira. É óbvio que Aécio e o seu PSDB não ficaram atrás, mas em momento algum discutiu-se propostas ou ideias e sim pessoas e reputações.

O PT, Dilma e principalmente Lula arreganharam os dentes furiosos e o ex-presidente tornou se um caso a parte nos comícios do segundo turno. No sábado em Belo Horizonte Lula não poupou Aécio, taxando-o de tudo o que podia taxar, tratando-o como lixo e escória, afirmando que o candidato do PSDB havia chamado Dilma de leviana e que havia maltratado a presidente e que era agressor de mulheres.

E tudo o que é ruim pode piorar ainda mais. Na terça-feira no Recife, Lula comparou Aécio e o PSDB aos nazistas e a Herodes, afirmando que não gostam de pobres e de nordestinos. Neste comício Aécio foi chamado de ‘playboy’, ‘filhinho de papai’, ‘mimado’ e de outros tantos xingamentos.

Claramente o objetivo do PT é não ser apeado do poder e para que isto não aconteça lança mão dos recursos da mentira, da difamação, da calúnia e da falta de pudor, principalmente de Lula, de Dilma e do seu marqueteiro.

Em momento algum a direção de campanha, Dilma e Lula responderam a qualquer questionamento sobre o escândalo da Petrobras, roubalheira que passa de R$ 10 bilhões e que tem entre os acusados, importantes quadros do PT como o diretor de finanças João Vacari Neto.

Tampouco Lula se permite ser abordado sobre a sua amiga para de íntima Rose Noronha que comandava uma outra quadrilha no escritório da presidência da república em São Paulo. Rose, tida como mucama de Lula fez parte de diversas comitivas presidenciais em viagens internacionais quando obviamente D. Marisa Letícia, a primeira dama de verdade não ia.

O cenho sempre franzido e a carranca onipresente de Dilma dão o tom amargo que se tornou a campanha do PT. Aliado a tudo isto está a gritaria arrogante e cínica de Lula que deliberadamente conta mentiras e mais mentiras, que tem o crédito principalmente dos mais humildes e desprovidos de bom censo.

Claro que entre os eleitores do PT há gente com entendimento e coerência, mas que votam por ideologia, idealismo e convicção. Há também os beneficiários dos diversos programas sociais e de distribuição de renda a quem foi contada a lorota de que se o PSDB for eleito, vão terminar.

O Brasil vem se tornando refém do PT, das suas gritarias, da arrogância de Dilma, das mentiras de Lula, dos desmandos de um partido que outrora foi ético na sua essência, mas que perdeu a mão e caiu de boca na roubalheira e da quadrilha que vem assaltando o país há quase 12 anos.

Se por um lado o PT aparelhou o estado, criou uma base de sustentação e faz valer o que pensa, a oposição pouco fez para mudar este quadro e o que se vê no Brasil hoje é um absoluto desânimo com quem manda, mas que é incapaz de qualquer reação. O Brasil que vai sair das urnas na noite de domingo com um novo governo seja com Dilma seja com Aécio é uma incógnita que somente os próximos quatro anos vão mostrar o que é de fato.

Por ora, sabe-se que esta campanha é de uma lástima total e absoluta e é uma pena que tenha sido assim…

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