Ilton Lisboa – nota para a imprensa e meios de comunicação

Exame de DNA provou a inocência de Ilton Lisboa

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Exame de DNA provou a inocência de Ilton Lisboa e ele foi absolvido por unanimidade por um corpo de jurados composto por doze pessoas – sete mulheres e cinco homens. Foto: divulgação

“Passados pouco mais de quinze dias da minha absolvição por unanimidade na Middlesex Superior Court da acusações infundadas que pesavam contra mim, tenho que dizer que fui totalmente inocentado pelos exames e provas técnicas de DNA, e por unanimidade pelo corpo de jurados. Desde o instante em que este pesadelo se iniciou contra mim, minha família sofreu todos os danos possíveis e ficou ao meu lado, dando-me o apoio e o suporte necessário para sairmos desta situação mais fortes do que entramos nela.
Nos casos como este em que fui envolvido sem saber ao menos porque, o ônus da prova cabe a quem acusa e o Estado tem de corroborar ou não tais provas. Neste lamentável caso, o Estado provou que SOU INOCENTE em todas as acusações. Reitero, em TODAS as acusações. Fui declarado inocente por um corpo de doze jurados – cinco homens e sete mulheres. Jamais foi me oferecido ou propus um acordo de culpa, pois nestes casos não cabem acordos. Nunca me propuseram e mesmo que isto fosse possível, não aceitaria nunca, pois sempre tive a convicção de minha inocência.
Se fosse culpado, jamais teria retornado aos Estados Unidos em qualquer uma das viagens que fiz ao exterior para três países diferentes com autorização judicial. Sempre acreditei que a Justiça falaria a meu favor e desmascararia as duas dançarinas desnudas de caráter e de moral.
As provas apresentadas por uma delas, e as mentirosas e diferentes versões da outra mulher consistiam e careciam da verdade. No material fornecido à polícia como tentativa de me associar a tais acusações não existiam uma única evidência de que eu havia cometido qualquer ato ilícito contra as dançarinas, fato que os peritos a mando da Justiça provaram através da ciência forense. Foi examinado pelos peritos forenses da Massachusetts State Police e todo o material apresentado na tentativa de me incriminar, porém o resultado foi contundente ao afirmar que não foi encontrado nenhum sinal de DNA meu. Portanto, todas as dúvidas ficaram dirimidas pela ciência e
elas foram cabalmente desmentidas em todos, repito, todos os aspectos da acusação. Todos os dias que me restam de vida vou repetir para quem quiser ouvir que fui inocentado de TODAS as acusações falsas que fizeram contra mim. Fui inocentado pelo Estado, pelos seus peritos, especialistas forenses e pelo juri. Sou um homem livre e inocente, livre para ir e vir sem qualquer restrição de tempo, espaço, limitação, território. Nada, absolutamente nada pesa contra mim.
Atendo pessoas no meu consultório há mais de dez anos. São algumas milhares de mães, pais, filhos, pessoas de todas as classes sociais pelas quais sempre tive o maior respeito e consideração, trato a todos com respeito, educação e honestidade. A prova disto é que estão comigo desde que iniciei e muitos me indicam para seus parentes, amigos e conhecidos.
Para quem não sabe, trabalho com minha família – esposa e filha, esta em tempo integral e que administra o consultório comigo.
Desde abril de 2015 enfrentei com serenidade este Calvário pelo qual passei. Muitas pessoas têm me perguntado sobre qual seria a motivação das duas dançarinas. Só elas e somente elas é que podem responder, tampouco tomarei qualquer atitude contra elas e a justiça de Deus é que me consola e conforta.
Quando sai do tribunal dias atrás, somente agradeci a Deus com todas as minhas forças por ser um homem verdadeiramente livre de qualquer acusação, inocentado pela Justiça que fez o seu trabalho de provar que eu não tinha culpa de nada.
Agora quero aproveitar com minha família e agradeço a todos aqueles que me apoiaram e fizeram a diferença na minha vida, aos que brigaram, lutaram, rezaram, oraram e muitos sem me conhecer me incentivaram. Perdi a conta das mensagens, telefonemas e recados que recebi às centenas depois de a Justiça declarar a minha inocência. Sem contar os que foram pessoalmente dizer do apreço e da alegria que sentiram por ser totalmente inocentado das acusações infundadas.
Sou imensamente e eternamente agradecido ao meu advogado Will Korman que me representou a altura e fez o seu trabalho com brilhantismo. Aos veículos de imprensa, Jornal dos Sports, Brazilian Times e Hello Brazil News, ao Paulo Monauer, Alex Colombini, Edirson Paiva, ao Roberto da Silva, ao pastor Adilson da web rádio Manain, ao Sérgio Resende e ao Leandro Luis, estes dois últimos nos seus respectivos programas radiofônicos, ao jornalista Beto Moraes, Marcelo Benevides e tantos outros, em especial ao jornalista Jehozadak Pereira que teve o cuidado de me ouvir na ocasião da acusação e posteriormente da minha inocência. Muito obrigado a todos, sou-lhes gratos de coração, que estendo à Rede Abr – Rádio 650 AM.
Porém, tenho um reparo a fazer ao Eduardo de Oliveira, que na ocasião da acusação, fez sensacionalismo rasteiro no seu programa de rádio e nas suas redes sociais, compactuado com outros mais, que certamente comungam com ele o sentimento de grandeza, e o prazer de tripudiar, mesmo sem procurar averiguar a veracidade dos fatos. Quando da minha absolvição, o mesmo Eduardo de Oliveira, que tentou me prejudicar, não teve a dignidade de dedicar uma palavra sequer a respeito, contudo, sua esposa ao me encontrar casualmente fez questão de educadamente me cumprimentar.
Não quero dar lição de jornalismo e de moral a quem quer que seja, muito menos a esta pessoa, e como disse, não sou responsável pelos atos de ninguém.
Doravante, não mais falarei sobre este assunto e ressalto sempre que sou um homem absolutamente inocente, pois assim a Justiça dos Estados Unidos determinou que fosse. Finalizando, INOCENTE de todas as acusações contra mim, por UNANIMIDADE pelos JURADOS, e respaldado pelo teste de DNA, provando a minha inocência e desqualificando totalmente minhas acusadoras. Muito obrigado”.

Ilton Lisboa
Framingham, 11 de setembro de 2017

Para entender o caso, leia o que já foi publicado sobre o assunto clicando aqui e aqui.

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