FLAMENGO atropela o São Paulo; Palmeiras lidera e Galo é o 2º colocado

O Flamengo atropelou o São Paulo sem cerimônia no Maracanã com show de Bruno Henrique que fez três gols

0
294
Bruno Henrique fez três gols na goleada do Flamengo contra o São Paulo

Resumo da rodada
O Palmeiras venceu mais uma e lidera com 31 pontos ganhos; o Atlético-MG bateu o Bahia com dois gols do Hulk e é o vice-líder com 28 pontos ganhos; o Fortaleza é o terceiro com 27 pontos ganhos e fechando o G4 o RB Bragantino tem 24 pontos ganhos. O Flamengo que perdia o jogo até os 24 minutos do 2º tempo, atropelou o São Paulo, com um show de Bruno Henrique e é  6º colocado com 21 pontos – e duas partidas a menos. No Z4 estão o São Paulo em 17º com 11 pontos ganhos; em 18º está o América-MG com 10 pontos ganhos; em 19º está o Grêmio com 7 pontos ganhos e na lanterna está a Chapecoense com 4 pontos ganhos. Na Série B, o Náutico lidera com 30 pontos ganhos, seguido do Coritiba – 25 pontos ganhos; O CRB é o 3º com 24 pontos ganhos e o Goiás é o 4º colocado com 23 pontos ganhos. E o Cruzeiro? Está na zona de rebaixamento em 19º com 12 pontos ganhos. 

Série A
13ª rodada
Sábado, 24 de julho
Grêmio 1 x 1 América-MG
Palmeiras 1 x 0 Fluminense
Domingo, 25 de julho
Atlético-MG 3 x 0 Bahia
Fortaleza 1 x 0 RB Bragantino
Flamengo 5 x 1 São Paulo
Santos 0 x 1 Atlético-GO
Athletico-PR 2 x 1 Internacional
Sport x Ceará
Segunda-feira, 26 de julho
Juventude x Chapecoense
Cuiabá x Corinthians

Série B
14ª rodada
Sexta-feira, 23 de julho
Londrina 1 x 0 Remo
Ponte Preta 2 x 1 Goiás
Sábado, 24 de julho
Vila Nova 0 x 0 Cruzeiro
Confiança 0 x 1 Botafogo
Náutico 1 x 1 Brusque
CSA 2 x 1 Vitória
Vasco 4 x 1 Guarani
Domingo, 25 de julho
Operário 0 x 0 Coritiba
Sampaio Corrêa x CRB
Avaí x Brasil de Pelotas

Pero no mucho…
O que não falta no futebol em qualquer parte do mundo é ego, principalmente no banco de reservas, especificamente pelo profissional que se chama de treinador. O egocêntrico da vez é o argentino Gabriel Heinze, que por seis meses treinou o Atlanta United, clube que disputa a Major League Soccer. Foram 17 jogos – 4 vitórias; 8 empates e 5 derrotas. Mas Heinze não foi demitido por causa da fraca campanha e sim pelas dificuldades impostas por ele contra o elenco. O relacionamento entre o argentino e o time era péssimo. Ele regulava a quantidade de água que os jogadores bebiam durante os treinos da pré-temporada; cortou as folgas que haviam sido combinadas previamente e exigia que os jogadores estivessem de prontidão caso fossem convocados para ir ao CT do clube. Além disto,  falava mal dos seus comandados e usava de intermediários para falar com a equipe, sem contar o modo ríspido com que tratava os funcionários. O ambiente era tão complicado, que os jogadores reclamaram na Associação de Jogadores da MLS, citando as violações do acordo coletivo de trabalho. Um funcionário do clube disse para a reportagem da Fox Sports que os seis meses de Heinze foram um ‘inferno’. 

Van Gaal vivia uma relação de ódio com Rivaldo

Prepotentes 
Atitudes como a de Gabriel Heinze são mais comuns do que se pensa. Ronaldo e David Beckham foram mandados embora do Real Madrid por puro capricho do italiano Fabio Capello, assim como Luiz Figo o fora por causa de Vanderlei Luxemburgo. Luxemburgo que quando dirigia o Palmeira brigava com Edmundo e Edilson. Há técnicos que encasquetam com jogadores e fazem de tudo para os prejudicar. Quem não se lembra do holandês Louis van Gaal perseguindo Rivaldo, e tanto fez que o craque brasileiros foi mandado embora do Barcelona. Van Gaal preferia um patrício holandês medíocre qualquer a Rivaldo. Quando o escalava, fazia com que jogasse confinado e aberto na ponta esquerda, posição que Rivaldo detestava. Tempos depois, o Bayern de Munique contratou Louis van Gaal que não gosta de brasileiros e criticara a postura do brasileiro Lúcio, zagueiro titular, dizendo que ia colocá-lo na reserva. Lúcio esbravejou e disse que se fosse para ir para o banco, preferia ir embora, e foi mesmo. Para completar a vingança de Lucio, foi jogar na Internazionale, onde conquistou no mesmo ano a cobiçada Champions League.

Aqui mando eu…
Já Nelsinho Batista quando treinava o Palmeiras nos anos 1990 fez com que Evair treinasse separado do resto do time por seis meses, antes de ser mandado embora e se consagrasse na Itália e voltasse para ser um mito no próprio Palmeiras. Junto com Evair, Nelsinho afastou Andrei, Jorginho e Ivan. O motivo alegado para o afastamento de Evair, foi deficiência técnica. Até hoje o ex-jogador, critica Nelsinho pelo episódio. Em 2001, Nelsinho repetiu no São Paulo a mesma prática ao afastar Gustavo Nery, Rogério Pinheiro e Carlos Miguel. Quando chegou no Corinthians Leão na época da CSI, tratou de despachar Tevez e companhia. Tal como fez certa vez no Palmeiras quando mandou trocar Neto que era titular por Itamar que era reserva no Corinthians. Neto arrebentou e foi um dos maiores jogadores que o Corinthians teve nos últimos 30 anos, e Itamar sumiu na obscuridade do seu futebol.

Teimosia
Talvez o mais significativo caso de teimosia de um técnico contra um talento tenha sido o do teórico e empolado Claudio Coutinho que em 1978 deixou de fora do time na copa da Argentina, Paulo Roberto Falcão, eleito o melhor jogador do Brasil naquele ano. Coutinho preferiu levar o volante Chicão que era um especialista em distribuir pontapés e pancadas para qualquer um que vestisse uma camisa diferente da sua e ousasse passar na sua frente. Do alto da sua soberba, Claudio Coutinho não se justificou e sequer se dignou a esboçar qualquer arrependimento, mesmo que toda a crônica esportiva apelasse e pedisse por Falcão. Em 1982 Telê Santana corrigiu a injustiça e Falcão foi um dos grande nomes da Copa do Mundo da Espanha e só não foi campeão, porque numa tarde no Estádio Sarriá, pegou pela frente um inspirado Paolo Rossi que despachou para casa um dos maiores times da história do futebol.

Yustrick implicava com todo mundo. Dos craques aos cabeças de bagre

Histórias da bola
O “Homão”
Dorival Knipel, o Yustrich, foi um técnico de sucesso e nas décadas de 1960 e 1970 treinando diversos times de grandes torcidas como o Flamengo, Atlético-MG e Corinthians, entre outros clubes. Metido a valentão e de gênio explosivo, era intolerante com repórteres, torcedores, dirigentes e se impunha na truculência e no grito, e as vezes até na violência contra jogadores que na opinião dele, eram todos “folgados e mimados”. Mesmo com um temperamento difícil e arrogante foi um dos primeiros técnicos brasileiros a dar valor à preparação física e aos esquemas táticos. Em 1977 foi contratado para treinar o Cruzeiro, com quem seria campeão mineiro e logo na chegada esculachou o grupo de jogadores, ao ver que havia entre eles alguns cabeludos e barbudos perguntando na bucha se aquilo era um time de rock. Entre os desafetos que arrumou estava o zagueirão Brito – campeão mundial em 1970, que fumava e não queria largar o vício de jeito nenhum. Por conta disto, Yustrich seguidamente substituía ou não escalava Brito, que se irritava. O técnico arrumou uma confusão com um diretor e foi demitido, indo treinar o Flamengo. Um dia, ao fim de um jogo contra o Flamengo, Brito foi até o banco onde estava o seu desafeto, tirou a camisa e jogou na cara dele. Depois saiu correndo porque Yustrich tinha dois metros de altura…    

DEIXE UMA RESPOSTA

Please enter your comment!
Please enter your name here