Coragem companheiros, troquem de lugar com o Lula…

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Pois é companheiros quadrilheiros. Vocês todos aí na noite de Natal trancados nestas celas de colchões ordinários, neste calor sem ar condicionado, nesta fedentina de creolina misturada com este cheiro nauseabundo de Lysoform brigando com os mosquitos e o Lula lá desfrutando de uma mesa farta e abundante com os melhores produtos que o dinheiro das palestras dele pode comprar.

Depois do jantar e da troca de presentes, ele vai acender um legítimo Coíba especial (lembram?), presenteado pelo dinossauro ditador Castro, o Fidel, e vai sorver uns bons goles de rum, também cubano para variar.

Não, não adianta nem tentar ligar a cobrar para ele, pois nesta hora e cela já estará fechada com vocês do lado de dentro e depois se conseguirem ele vai mandar desligar o telefone dizer que não os conhece, bem ao feitio dele.

Ah, sim, a comida especial de Natal não passa de uns dois pedaços a mais de carne dura, uma farofa enjoativa, algo como uma coxa de frango crua e não dá para ter ideia do que é aquela coisa boiando, talvez sejam duas uvas passas, já devidamente passadas.

A quentinha de alumínio nem de longe lembra os pratos requintados e os talheres finos que estão na mesa do Lula. Já o de vocês é de plástico mesmo, daqueles bem vagabundos, já que na cadeia como sabem, não há talheres de metal.

Na hora dos presentes, os do Lula e da família dele foram comprados nas melhores casas do ramo, se é que vocês estendem, e vocês estão aí de uniforme da cadeia, de chinelos de dedo pensativos e magoados, pois já imaginaram o constrangimento das suas famílias ao ver vocês todos de cabeça baixa, abatidos, barba por fazer, arrastando os pés de desânimo?

E o Zé Dirceu que tem filha pequena? Não vai ter a alegria do Lula, se ele já não estiver chapado de rum ao ver os netos abrindo os presentes e naquela correria que toda criança faz quando ganha um presente novo. Será de novo um Natal triste sem ver a pequena menina de novo, tudo por uma causa falida e decadente.

E na manhã do Natal na hora do café como vai ser? Pão com margarina, um bolo de sabor indefinido, uma caneca fuleira, nada de omelete, presunto, queijo, salame, geleia, requeijão, panetone, estas coisas todas. Será o pão que o carcereiro amassou com margarina rançosa e o tal bolo.

Já na mesa do Lula, vai ter estas coisas todas e mais algumas outras, tudo devidamente servido na mais legítima das porcelanas, com diversos tipos de pães, bolos e até tapioca tem, vocês acreditam? E os queijos? Cada um mais gostoso que o outro. E as frutas, todas fresquinhas e numa variedade…

Pois é companheiros, até quando vocês vão ficar em silêncio? Que este Natal seja de reflexão para vocês e que pensem como vão reverter esta situação. Mandem seus advogados falar com o pessoal do Sérgio Moro, contem o que sabem acerca do chefão Lula, abram seus corações, desabafem, deem detalhes das maracutaias todas, afinal ele já disse que não é amigo de nenhum de vocês mesmo.

Que este seja o último Natal que vocês passam nesta fedentina de creolina barata com Lysoform e este cheiro de murrinha que toda cadeia tem. Que este seja o último Natal que vocês passam na base da quentinha, da margarina rançosa e do bolo que ninguém sabe qual é o sabor.

Pensem nas suas famílias, nos seus filhos e netos pequenos que não merecem que vocês fiquem presos. Coragem companheiros, abram suas bocas e que no próximo Natal sejam vocês que tenham as mesas fartas, o legítimo Coíba, as generosas doses de rum, as louças de porcelana das boas, muitos presentes e suas crianças correndo para lá e para cá abrindo e desfrutando os seus presentes.

Coragem companheiros, abram suas bocas e que o Lula pague pelas suas maracutaias…

Coragem companheiros, troquem de lugar com o Lula…

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