CONDENADO por matar filha, tem nova acusação em Boston

Walter Gomes da Silva tem um longo histórico de violência contra sua família

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Walter Gomes da Silva durante o julgamento da morte de sua filha

O brasileiro Walter Gomes da Silva, 47 anos, foi acusado de reentrada ilegal nos Estados Unidos após uma deportação e indiciado na Corte Federal de Boston, na quinta-feira, 7. De acordo com os registros criminais de da Silva, ele foi localizado pelo U.S. Immigration and Customs Enforcement (ICE), pela primeira vez em 1998 na Bristol House of Corrections, quando cumpria uma sentença de dois anos por violência doméstica e agressão. Após o cumprimento da sua pena, ele foi deportado em 29 de novembro de 1999 para o Brasil.

Em data não informada, Walter Gomes da Silva retornou ilegalmente aos Estados Unidos e em 2003, foi condenado pela Corte Superior de Middlesex por agressão, tentativa de homícidio com arma perigosa contra Lilian, sua ex-esposa e recebeu uma pena entre oito e dez anos de reclusão. Ao cumprir a sua condenação, foi novamente deportado para o Brasil em 27 de março de 2012.

Sabrina foi assassinada pelo pai que não concordava com seu namoro com um homem mais velho

Novamente, voltou aos Estados Unidos ilegalmente e em 3 de julho de 2016, assassinou a tiros em New Bedford, Massachusetts, a sua filha Sabrina Da Silva, por divergências familiares. A alegação de Walter no tribunal foi a de que ele não concordava que Sabrina namorasse um homem mais velho. Na ocasião, sua intenção era matar a filha, o namorado dela e sua ex-mulher e em seguida tirar a própria vida.  

Em 1 de junho de 2018, Walter Gomes da Silva foi condenado na Corte Distrital de New Bedford, a uma sentença de prisão perpétua agravada em três anos pelo assassinato de Sabrina, transporte e posse de arma de fogo e munição e poderá pedir liberdade condicional após 25 anos de cadeia.

Pela terceira reentrada ilegal nos Estados Unidos, Walter pode ser condenado a uma pena que não seja superior a 20 anos de prisão, até três anos de liberdade condicional e uma multa de US$ 250 mil.

Com informações do U.S. Department of Justice District of Massachusetts. Fotos de arquivo

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