CARTAS de Boston # VI

Texto e conteúdo de primeira

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A todo momento surgem listas e mais listas dos melhores do cinema de todos os tempos. 

Europeus e norte-americanos adoram uma lista. 

Colocar tudo num quadradinho certinho dos melhores e dos piores.

A chamada cultura inútil.  

Até porque não existe uma lista definitiva, é impossível.

Depende muito da preferência de cada um.    

Geralmente não são escolhas técnicas.

Então resolvi fazer a minha também.

Olhei muitas listas e separei cinco com 100 filmes cada uma. 

Encontrei poucos títulos repetidos. Em todas, vários grandes ficaram de fora, o que não é nenhuma novidade.

Não esqueci dos clássicos. Aqueles filmes inesquecíveis que podemos chamar de Super e que todos deveriam ver de tempos em tempos.

Loucura, eu sei, mas o propósito aqui e despertar sua atenção. 

Não existe nada mais agradável do que assistir um bom filme em uma boa companhia nesses tempos de pandemia.

Então vamos lá, os 50 melhores filmes.

Os títulos estão em português para facilitar aquela turma sem muita intimidade com o inglês.

E mais uma vez, minha lista não é dona da razão. Absoluta. Longe disso.

Não é definitiva e não é perfeita.

Muita coisa boa e de extrema qualidade ficou de fora.

    Cidadão Kane, Orson Welles (1941)

    Lawrence da Arábia, David Lean (1962)

    Os Brutos Também Amam, George Stevens (1953)

    2001: Uma Odisseia no Espaço, Stanley Kubrick (1968)

    E o Vento Levou, Victor Fleming (1939)

    Cantando na Chuva, Stanley Donen e Gene Kelly (1952)

    Os Sete Samurais, Akira Kurosawa (1954)

    Casablanca, Michael Curtiz (1942)

    Jezebel, William Wyler (1938)

  O Poderoso Chefão, Francis Ford Coppola (1972) 

  Blade Runner, o caçador de androides, Ridley Scott (1982)

  O Mágico de Oz, Victor Fleming (1939) 

  Laranja Mecânica, Stanley Kublick (1972)

  A Doce Vida, Federico Fellini (1960)

  Janela Indiscreta, Alfred Hitchcock (1954)

  A Ponte do Rio Kwai, David Lean (1957)

  Amadeus, Milos Forman (1984)

  Apocalypse Now, Francis Ford Coppola (1979)

  Morangos Silvestres, Ingmar Bergman (1957)

  Bonnie e Clyde: uma rajada de balas, Arthur Penn (1967)

  A Noviça Rebelde, Robert Wise (1965)

  Andrei Rublev, Andrei Tarkovski (1966)

  Encouraçado Potemkin, Serguei Eisenstein (1925)

  Ben-Hur, William Wyler (1959)

  Crepúsculo dos Deuses, Billy Wilder (1950)

  Psicose, Alfred Hitchcock (1960)

  Luzes da Cidade, Charlie Chaplin (1931)

  Manhattan, Woody Allen (1979)

  Taxi Driver, Martin Scorsese (1976)

  Sindicato de Ladrões, Elia Kazan (1954)

  Acossado, Jean-Luc Godard (1960)

  O Exorcista, William Friedkin (1973)

  Contatos Imediatos do Terceiro Grau, Steven Spielberg (1977)

  Doutor Jivago, David Lean (1965)

  Rashomon, Akira Kurosawa (1950)

  Morte em Veneza, Luchino Visconti (1971)

  Fahrenheit 451, François Truffaut (1966)

  O Senhor dos Anéis, Peter Jackson (2001-2002-2003)

  Cinema Paradiso, Giuseppe Tornatore (1988)

  Os Intocáveis, Brian De Palma (1987)

  Os Caçadores da Arca Perdida, Steven Spielberg (1981)

  Batman: o cavaleiro das trevas, Christopher Nolan (2008)

  Todos os Homens do Presidente, Alan J. Pakula (1976)

  E.T. – O Extraterrestre, Steven Spielberg (1982)

  Forrest Gump, Robert Zemeckis (1994)

  Rastros de Ódio, John Ford (1956)

  O Império Contra-Ataca, Irvin Kershner (1980)

  O Rei Leão, Roger Allers e Rob Minkoff (1994)

  Sete Homens e um Destino, John Sturges (1960)

  O Médico, Philipp Stolzl (2013)

Como devem ter percebido, minha lista não tem números. Classificação.    

A grande maioria dos 50 títulos são verdadeiras obras primas do cinema. 

Alguns de inegável importância na construção e consolidação da  cinematografia mundial.

A história da sétima arte, inegavelmente, passa pela maioria dos títulos acima.

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