BRASILEIRO é indiciado por fraudes e roubo de identidade

Catarinense tem antecedentes criminais e já havia sido preso anteriormente

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Catarinense pode ser condenado a uma pena de até 25 anos de prisão

O catarinense Wagner Sozi, 32 anos, foi acusado na terça-feira, 21, de fraude de identidade e de envio de solicitações fraudulentas para a Pandemic Unemployment Assistance (PUA), que fornece benefícios relacionados ao desemprego para indivíduos que foram impactados pelo COVID-19.

Sozi foi indiciado por duas acusações de fraude eletrônica, uma por roubo de identidade agravado e outra por fazer uma alegação falsa aos Estados Unidos. Sozi foi preso e inicialmente acusado criminalmente em 25 de junho, tendo sido libertado sob condições após uma audiência de detenção perante o juiz David H. Hennessy da Corte Federal Distrital em Boston em audiência no dia 30 de junho.

Os documentos de acusação afirmam que Sozi se envolveu em um esquema para usar informações de identidade roubadas para abrir contas, fazer compras, alugar carros e solicitar benefícios do PUA. 

O brasileiro supostamente obteve essas informações de identidade roubadas de várias fontes, inclusive de uma imobiliária de Cambridge que coletou as informações de identificação de pessoas que procuravam alugar apartamentos locais. Sozi morava com um indivíduo que trabalhava nesta imobiliária, e os agentes encontraram vários arquivos pertencentes à empresa no apartamento dele. Várias vítimas de roubo de identidade obtidas por Sozi eram clientes da imobiliária, incluindo pelo menos uma pessoa em cujo nome foi registrada uma reivindicação fraudulenta da PUA.

Os documentos judiciais mostram que Sozi, juntamente com uma cúmplice do sexo feminino que seria sua noiva, abriu contas de crédito em um revendedor de material de escritório com várias identidades falsas e depois as utilizou para comprar cartões-presente Visa, resultando em um prejuízo de mais de US$ 100 mil. 

Wagner Sozi teria supostamente usado outra identidade roubada para comprar um Rolex por mais de US$ 15 mil, ele também possuía uma carteira de motorista do Maine, com sua fotografia e o nome de uma vítima de roubo de identidade, que foi usada para abrir uma conta bancária e fazer grandes compras em uma Apple Store.

Após sua prisão em 25 de junho, agentes apreenderam documentos no apartamento em que ele mora, incluindo um cartão de débito da PUA em nome de outra pessoa. Investigações posteriores revelaram que pedido de benefício associado ao cartão de débito apreendido era do endereço de Sozi e que outra petição fraudulenta da PUA havia sido submetida em seu nome, mas com o número do Social Security de outra pessoa. Pelos crimes cometidos, Wagner Sozi, pode ser condenado a uma pena total de até 25 anos de prisão. Wagner Sozi tem antecedentes criminais e já havia sido preso anteriormente por roubo e posse de drogas.

1 COMENTÁRIO

  1. O malandro vira bicho, tem que pagar pelos os seus crimes esse bandido que vem pra cá para manchar a reputação dos Brasileiros né meu amigo Jehozadak, vc é o cara!?

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