BRASILEIRO é condenado por mentir sobre tiroteio em escola

Brasileiro foi condenado por declarações falsas de suposto tiroteio em uma escola em South Boston

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Clebio Lima quis incriminar o namorado da sua ex-mulher

O brasileiro Clebio P. de Lima, 43 anos, foi condenado na quarta-feira, 31, pelo envio de uma carta ao U.S. Citizenship and Immigration Services (USCIS) informado de uma suposta ameaça de um ataque armado a uma escola em South Boston em 2018.

Lima, 43 anos, que morava em Quincy, foi condenado pelo juiz do Tribunal Distrital dos Estados Unidos em Boston, Nathaniel M. Gorton, ao uma pena total de 23 semanas. Após cumprir a sua sentença, Clebio enfrentará um processo de deportação para o Brasil. Em junho de 2019, o brasileiro declarou-se culpado de duas acusações por fazer declarações falsas às autoridades federais.

Em fevereiro de 2018, o escritório do USCIS de Boston recebeu uma carta não assinada manuscrita em português declarando que um indivíduo identificado pelo nome de “Mario” iria realizar um ataque em uma escola de South Boston. A carta dizia que Mario havia comprado duas armas de fogo e que estava querendo comprar mais. A carta concluía afirmando: “Convido-o a agir, confio em você. Obrigado pela grande segurança deste país”.

Após uma investigação, determinou-se que as alegações na carta eram falsas e que Clebio de Lima enviou a carta ao USCIS esperando que o governo federal prendesse o namorado da ex-mulher. Durante um interrogatório em setembro de 2018, ele negou ter qualquer conhecimento da carta anônima enviada ao USCIS, contudo as investigações determinaram que ela havia sido o autor da correspondência.

A correspondência anônima dizia que um homem abriria fogo atirando contra várias crianças e ainda afirmou que ‘Mario’ ofereceu a quem escreveu a falsa denúncia US$ 3 mil para leva-lo até a escola e ajuda-lo a escapar. A falsa denúncia ainda dizia que ‘Mario’ teria pago ainda US$ 15 mil para se casar com uma cidadã americana, conseguir se legalizar e comprar mais armas.

Os agentes do FBI investigaram as denúncias e chegaram à conclusão que se tratavam de falsas alegações e chegaram até Clebio e, durante uma entrevista com agentes, ele negou as acusações e disse que não sabia de nada sobre a existência da carta.

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