ACUSADO de fraude federal, catarinense admite culpa

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Wagner Sozi já havia sido preso anteriormente por roubo e posse de drogas
A sentença de Wagner Sozi será anunciada em setembro de 2021

O brasileiro de Santa Catarina, Wagner Sozi, 33 anos, confessou-se culpado na quinta-feira, 13, de acusações de roubo de identidade e fraude financeira contra o Pandemic Unemployment Assistance (PUA), um programa federal que oferece benefícios para pessoas que foram afetadas pelo desemprego, na pandemia de Covid-19.

Sozi, que foi indiciado por um grande júri federal em julho de 2020, declarou-se culpado de duas acusações de fraude eletrônica, uma acusação de roubo de identidade agravado e uma outra por falsa alegação. A sua sentença será anunciada no de 22 de setembro, pela Justiça dos Estados Unidos em Boston, pelo juiz federal George A. O’Toole Jr.

Sozi usou nomes e identidades de várias pessoas para abrir contas de crédito, alugar carros e fazer grandes compras. Sozi, juntamente com uma cúmplice abriu contas de crédito em um revendedor de material de escritório usando várias identidades falsas e depois as utilizou para comprar gift cards Visa, resultando em um prejuízo de mais de US$ 100 mil. 

Sozi que foi preso em 25 de junho de 2020, também usou identidades roubadas para comprar um relógio Rolex estimado em US$ 15 mil; alugar um Ford Mustang conversível e um Dodge Charger no Logan Airport em Boston, que ele não devolveu.

Wagner Sozi também possuía uma carteira de motorista do Maine, com sua fotografia e o nome de uma vítima de roubo de identidade, usada para abrir uma conta bancária e fazer grandes compras na Apple Store.

O brasileiro tem no seu prontuário criminal, outros problemas. Em 14 de dezembro do ano passado, Wagner Sozi e sua noiva Siera Shelzi foram presos depois de tentar roubar cerca de US$ 1,6 mil em mercadorias no Home Depot em Somerville, que indiciou-o e sua noiva. Sozi também foi acusado e indiciado por posse de drogas.

Wagner Sozi pode ser condenado a uma sentença de até 20 anos de prisão, três anos de liberdade condicional e uma multa de até US$ 250 mil, pela acusação de fraude eletrônica.

Pela acusação de roubo de identidade, a pena obrigatória é de dois anos, consecutivamente, um ano de liberdade condicional e uma multa de até US$ 250 mil. A acusação falsa prevê uma pena de até três anos de prisão, três anos de liberdade condicional e uma multa de até US$ 250 mil.

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