Com saúde renal agravada, brasileira busca doador compatível

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A cada novo dia, renascem às esperanças de Valeria Falstad, uma brasileira que mora em Framingham, Estado de Massachusetts, de que finalmente surja um doador de rins para que possa se livrar de uma vez por todas de um mal hereditário chamado doença renal policística, que tem como característica a presença de múltiplos cistos renais, que crescem de forma lenta e progressiva e são preenchidos com líquido, como se fossem bolhas cheias de água com tamanhos diferentes. A doença renal policística não tem tratamento e tampouco existem medicamentos para inibir o crescimento e o surgimento dos cistos.

A única forma de curar a doença é o transplante de rins. Valéria está aguardando um transplante desde 2015, quando entrou na fila.

Valéria necessita que o doador tenha o sangue tipo O positivo ou O negativo e na região de Massachusetts a espera pode chegar até a oito anos. Desde novembro de 2015, as buscas por um doar se intensificou pois Valéria entrou no último estágio da doença e faz seções de hemodiálise três vezes por semana com seções de quatro horas de duração para manter o mínimo funcionamento do rim direito.

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Divulgue e ajude Valéria Falstad a encontrar um doador renal compatível

Porém em dezembro de 2016, Valéria que é casada e dá aulas de português em um projeto para manter o idioma como língua de herança, teve o seu estado de saúde agravado, e os médicos a submeteram a uma nefrectomia do rim esquerdo, que consistiu em uma cirurgia de retirada do órgão. “Minha nefrectomia foi de surpresa, não havia programação para acontecer em dezembro. Mas o meu rim esquerdo estava ‘colado” em outros sete órgãos e uma cirurgia que era para durar 45 minutos, durou cinco horas porque os médicos tiveram que descolar o rim de cada órgão. O meu rim estava ‘over 2 pounds’”, diz Valéria.

O rim direito dela está caminhando para ficar igual ao esquerdo, dilatado e se aglutinando nos outros órgãos. “Eu viveria bem somente com esse rim, se ele fosse saudável, mas ele é doente e faço hemodiálise porque ele não tem mais função”, completa Valéria que esteve internada recentemente, devido ao agravamento da sua situação de saúde.

Por causa do período de inatividade laboral, amigos de Valéria criaram uma conta para doações no YouCaring que pode ser acessada clicando aqui, com o objetivo de ajuda-la financeiramente.

A doação de um rim pode ser feita inter-vivos e todas as despesas de exames, transplante e cirurgia correrão por conta do seguro de saúde de Valéria.

Muitas pessoas nascem com um rim só e não sabem disso. É possível ter uma vida normal com um rim funcionando bem. Se você tem ou teve pressão alta, hepatite, câncer, diabetes, HIV não pode ser doador.

O possível doador não terá despesas com os exames e nem com a cirurgia. Todo o custo será pago pelo seguro de saúde da receptora.

Se você tem sangue do tipo O positivo ou O negativo e puder ajudar, faça contato com Valéria Falstad através do e-mail valeriadoeumrim@gmail.com ou pelo telefone 774.279-5968 para obter mais informações.

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